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O dia em que ela me deu um brinquedo

  • Foto do escritor: Andreia Freitas Costa
    Andreia Freitas Costa
  • 5 de set. de 2024
  • 3 min de leitura


História de Sedução


Parecia ser mais um dia comum de trabalho quando saí de casa. Porém, um simples "bom dia" mudou tudo. Ao ver sua linda foto no perfil, meu desejo rapidamente tomou conta, e tudo ficou mais apertado no zíper da minha calça.


O desejo surgiu antes mesmo de eu desejar "bom dia" a ela.

— Hoje quero te ver. Bom dia, minha menina.


Eu sabia que ela ficaria feliz ao ouvir que eu queria vê-la, e, no mesmo instante, ela respondeu:

— Me diga a hora e o lugar, estarei lá. E sim, meu dia já está bom só de saber que vou encontrá-lo.


Claro que, a essa altura, sua mente esperta e criativa já estava planejando uma maneira de me surpreender, como sempre faz. Ela vive para me agradar, me fazer feliz, e consegue com perfeição. Passei o local e o horário, mas avisei que seria algo rápido, porque minha agenda estava apertada. Eu disse que só tomaria um café, queria apenas olhar em seus olhos negros, que não conseguem esconder o que ela sente, e toda a sua sensualidade me faz querer tirar suas roupas.


Pouco antes do horário marcado, enquanto ajeitava minha gravata e colocava o paletó, recebi uma mensagem:

— Já estou por aqui, estacionei o carro perto.


— Está louca! Sabe que odeio quando você fica exposta e vulnerável. Me espere no lugar.

Não abro mão de sua segurança e de tê-la sempre protegida.


A caminho, não pude evitar lembrar das vezes em que estivemos juntos, de como é bom possuí-la de todas as maneiras que me agradam, e de como sua entrega e confiança em mim são especiais.


Quando cheguei ao local, lá estava ela, linda como sempre. Seu olhar fixo no meu, enquanto eu me aproximava, já sabia exatamente o que me agradava: olhos marcantes, cabelo solto, roupa preta, salto alto e suas coxas expostas, sem muito perfume. Seu sorriso ao me ver não deixava dúvidas para todos ao redor de que ela era totalmente minha.

— Você está linda!

— Obrigada, você também. Está muito charmoso com essa gravata.


Eu podia sentir seu calor sem nem tocá-la, mas tive que disfarçar o volume em minhas calças, pois o garçom acabava de chegar para perguntar o que iríamos pedir.


Assim que o garçom saiu, ela me entregou um envelope e disse que era um presentinho para me agradar.

— PQP, o que é isso? Um controle?

— Sim, é! E agora você tem todo o poder em suas mãos.


Era meu primeiro brinquedo depois de adulto. Liguei o controle no mesmo instante, e sua mão foi automaticamente para minha perna. O olhar dela mudou na hora: de feliz por me ver para pura sedução. Que delícia poder controlar seu prazer sem ao menos tocá-la. A cada vez que mudava a intensidade do controle, ela se contorcia na cadeira. Sua respiração ia ficando mais ofegante, e eu sabia que o clímax estava próximo. Mas eu queria mais, como sempre exijo. Adoro vê-la gozar para mim.


Diminui a intensidade do controle e deslizei minha mão por sua perna, lentamente, sentindo sua pele arrepiada. Nesse momento, ela fechou os olhos e gemeu baixinho. Que delícia de momento, no meio de um bar cheio de pessoas, ela se entregando ao meu prazer. Eu queria mais, queria tudo dela. Então voltei a aumentar a intensidade do brinquedo, que fazia o trabalho que normalmente seria meu.

— Abra os olhos. Olhe para mim, quero ver seu prazer.


Ela procurou minha mão para se segurar e não gritar enquanto se entregava ao que eu queria: seu gozo. Esperei que sua respiração voltasse ao normal para elogiá-la pela maneira deliciosa com que sempre procura me agradar. Foi uma experiência única. Perguntei como ela havia planejado tudo.

— Assim que você me disse que queria me ver, liguei para minha amiga, que sempre tem algo interessante e novo para o nosso grupo. Ela me disse que tinha acabado de chegar esse brinquedo, onde eu poderia colocar o controle do meu prazer em suas mãos. Não pensei duas vezes. Ela veio correndo me entregar.

— Agradeça à sua amiga por nós, você acertou em cheio. Adorei o brinquedo.

— Sabe o que foi mais gostoso? Ver o seu olhar de luxúria ao descobrir que tinha algo novo, diferente em suas mãos. E, ainda mais, o controle. Seus olhos brilharam.


O garçom voltou, com um sorriso que parecia saber mais do que deveria, serviu o que pedimos e desejou bom apetite. Ficamos mais um pouco, conversamos sobre o trabalho, até que eu me acalmasse o suficiente para me levantar. Foi um encontro rápido, mas delicioso. E, claro, se o garçom percebeu algo, nunca vamos saber.



Autor: Uma passarinha....

 
 
 

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